20/01/2012

Android: Alvo preferido dos vírus.

Segundo a empresa G Data Software AG, especializada em segurança eletrônica, a cada 12 segundos surge uma nova ameaça para os smartphones. No primeiro semestre de 2011 houve um aumento de 273% das pragas virtuais para esse tipo de equipamento se comparado com o mesmo período do ano de 2010, atingindo a marca de 2,5 milhões de variações de vírus.

Fábio Assolimi, analista de vírus da Kaspersky destaca que, no segmento dos computadores o sistema operacional windows, da empresa Microsoft, é o mais afetado por esse tipo de problema. Já no segmento dos smartphones, o mais vulnerável é a plataforma Android, da Google, por se tratar de um sistema operacional aberto e usado por um número maior de pessoas.




Tipos de Vírus.

Com o crescente número de vírus, também cresce o número de “funcionalidades” dessas pragas virtuais. Existem vírus que gravam ligações, roubam lista de contatos e e-mails, enviam SMS sem que o usuário saiba, copiam dados pessoais como login e senha, e até controlam as funções do aparelho. Abaixo segue um quadro com algumas variantes de vírus.





Formas de contágio.

Na maioria das vezes, as infecções ocorrem quando o usuário faz download de um aplicativo, quase sempre gratuito, que na verdade não passa de um vírus. A maior probabilidade disso acontecer é quando o download é feito de sites não oficiais do sistema operacional. Mesmo fazendo o download de sites oficiais, a segurança não é 100% garantida, uma vez que, hackers já conseguiram invadir as redes oficiais. Mas a probabilidade de você ser infectado em sites oficiais é bem menor do que em sites não oficiais, pois em sites oficiais, são implementados controles de qualidade e segurança. 

Redes Wi-Fi gratuitas são um perigo. Nesse tipo de rede você não sabe quem está conectado e nem sabe o que estão fazendo. Neste cenário, o atacante pode estar roubando as informações enviadas e recebidas pelo seu smartphone que você nem vai saber.

O Bluetooth também pode ser uma ameaça. Caso essa funcionalidade esteja ativa, o seu smartphone pode trocar informações com outro smartphone infectado.

Imagine a cena. Centro do Rio, Avenida Rio Branco ao meio dia. Todo mundo saindo para almoçar ao mesmo tempo. Você vai andando todo fagueiro e pimpão em direção ao restaurante Vulcão das Massas, na Cinelândia, quando percebe que recebeu um pacote de dados pelo Bluetooth. Como um bom curioso, você executa e seu smartphone começa a apresentar um funcionamento irregular. E agora? Você vai sair perguntando para todo mundo quem te enviou aquele pacote de dados? Já era... entuba essa...

Como se proteger.



Por mais incrível que pareça, já existe antivírus para smartphone. Você já tem um instalado no seu? Não? Ta atrasado! Abaixo segue um quadro comparativo dentre alguns existentes no mercados para que você possa escolher o seu.



Evite ao máximo usar redes wi-fi públicas. Prefira aquelas que exijam autenticação e tenham criptografia. O post “Segurança em Redes Wi-Fi” traz muitas dicas de como se proteger. 

Evite fazer downloads de softwares que não sejam de sites oficiais.

Desabilite o Bluetooth e o Wi-Fi. Além de serem “ladrões” de bateria, são portas de entrada para infecções. Habilite o serviço somente quando for usar.

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Um grande abraço a todos e até o próximo post.


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